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IA lidera investimentos em reputação para os próximos anos

Cerca de 60,2% das empresas brasileiras querem usar IA na gestão de reputação até 2027, aponta estudo da Knewin

Destaque Capixaba
Por Destaque Capixaba
IA lidera investimentos em reputação para os próximos anos
Knewin
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A inteligência artificial desponta como a principal prioridade tecnológica das empresas brasileiras na gestão de reputação. Segundo a segunda edição do estudo Panorama da Gestão de Reputação Empresarial no Brasil, 60,2% das organizações desejam adotar IA para análise de dados nos próximos dois anos.

Os dados mostrados pelo índice da Knewin posicionam a tecnologia no centro dos planos de investimento do setor. A expectativa sobre o impacto da tecnologia é igualmente expressiva. Entre os respondentes, de acordo com o Panorama da Knewin, 57,1% acreditam que a tecnologia transformará completamente a forma como a reputação é gerida, enquanto 38,8% a consideram importante, porém complementar às estratégias tradicionais. Apenas uma fração menor demonstra cautela: 3,1% avaliam que ainda é cedo para medir o impacto e 1% a considera útil apenas para tarefas específicas

O estudo ouviu 166 profissionais, sendo 98 de marcas e empresas e 68 de agências de comunicação, todos com atuação direta em gestão de reputação. A amostra evidencia consenso sobre o papel da tecnologia, ao mesmo tempo em que sinaliza a necessidade de qualificação profissional para que a adoção de IA se traduza em decisões consistentes e não apenas em volume de informação.

Segundo o estudo da Knewin, as principais tecnologias que as empresas pretendem utilizar na gestão de reputação são:

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  • Inteligência artificial para análise de dados: 60,2%;
  • Chatbots para atendimento ao cliente: 34,7%;
  • Plataformas avançadas de gestão de mídias sociais: 34,7%;
  • Alertas de riscos reputacionais: 33,7%;
  • Ferramentas de visualização de dados em tempo real: 25,5%.

 

O que a tecnologia resolve, e o que não resolve na gestão de reputação

Apesar do entusiasmo, o próprio estudo pondera que a adoção de IA exige leitura crítica. A tecnologia amplia a capacidade de processar grandes volumes de menções, notícias e conversas em tempo real, mas o valor gerado depende diretamente da qualificação das equipes que formulam as perguntas e interpretam os resultados. Sem esse filtro, o risco é transformar abundância de dados em ruído, sem ganho real de decisão. A etapa qualitativa da pesquisa descreve a IA como aceleradora, e não como substituta do julgamento profissional.

Para Fabiano Beppler, CTO da Knewin, a distinção entre acelerar e substituir é o ponto central. “A inteligência artificial processa em minutos um volume de informação que levaria dias para ser analisado manualmente. Isso muda a escala e a velocidade da gestão de reputação, mas não elimina o julgamento humano. A máquina identifica padrões; cabe às pessoas interpretar contexto, intenção e consequência”, afirma.

O executivo da Knewin destaca que a tecnologia deve estar a serviço da estratégia, e não o contrário. “De nada adianta um painel sofisticado se a organização não sabe qual pergunta quer responder. A IA acelera a análise e antecipa sinais, porém a decisão sobre como agir continua sendo humana, apoiada em conhecimento do negócio e do setor”, pontua.

Da adoção ao uso estratégico

O Panorama da Gestão de Reputação Empresarial no Brasil, da Knewin, ilustra um mercado que reconhece o potencial da inteligência artificial para ampliar a velocidade na capacidade de análise, ao mesmo tempo que aponta que a tecnologia não elimina a necessidade de conhecimento sobre a interpretação humana. A combinação entre ferramentas de IA, dados e expertise profissional aparece como um dos principais caminhos para a evolução da gestão de reputação empresarial nos próximos anos.

Questionamentos frequentes

Quantas empresas brasileiras pretendem usar IA na gestão de reputação?
De acordo com o Panorama da Gestão de Reputação Empresarial no Brasil, da Knewin, 60,2% das organizações pretendem utilizar inteligência artificial para análise de dados até 2027.

A IA pode substituir profissionais de comunicação na gestão de reputação?
Não. O estudo da Knewin aponta a IA como uma ferramenta capaz de acelerar a análise e identificar padrões, mas o julgamento profissional continua necessário para interpretar contexto, intenção e consequências.

Quais tecnologias aparecem entre as prioridades para a gestão de reputação?
Além da IA para análise de dados, aparecem chatbots para atendimento ao cliente (34,7%), plataformas avançadas de gestão de mídias sociais (34,7%), alertas de riscos reputacionais (33,7%) e ferramentas de visualização de dados em tempo real (25,5%).

Qual é o método mais utilizado atualmente pelas empresas?
O monitoramento de mídias sociais é o método de gestão de reputação mais utilizado entre as organizações participantes do estudo, presente em 81,6% delas.

Sobre o estudo
O Panorama da Gestão de Reputação Empresarial no Brasil – 2ª edição foi realizado pela Knewin entre outubro e dezembro de 2025 e ouviu 166 profissionais com atuação direta em gestão de reputação, sendo 98 representantes de marcas e empresas e 68 de agências de comunicação.

 

Para mais informações, basta acessar o link. 



Website: https://www.knewin.com/pesquisa-gestao-reputacao-empresarial-brasil-2a-edicao/
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