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Em Matilde, outro grupo mantém há 27 anos uma história de dedicação, união e solidariedade. As Voluntárias de Mathilde, também agregadas ao Instituto Jutta Batista, reúnem atualmente cerca de 25 mulheres que encontram no artesanato uma forma de ajudar a comunidade.
As voluntárias produzem bordados, tricô, patchwork, panos de prato, capas de almofadas com temas da região e diversos outros trabalhos manuais. As peças são comercializadas na própria sede do grupo, na loja Tutte Mani, em Pedra Azul, além de feiras e eventos.
O dinheiro arrecadado retorna para a comunidade em forma de ações, projetos e melhorias. Ao longo dos anos, o grupo já ajudou na construção de uma sala de aula da Creche Chapeuzinho Vermelho, promoveu cursos de bordado na Escola Felipe Modolo, contribuiu com equipamentos para o gabinete dentário, apoiou atividades destinadas a grupos da terceira idade e também auxilia a Casa Lar Aconchego do Idoso, na sede de Alfredo Chaves.
Entre as conquistas das voluntárias está ainda a construção da própria sede, realizada com recursos arrecadados pelo grupo e com a colaboração solidária de parceiros e da comunidade.
Para a presidente das Voluntárias de Mathilde, Elisete Camiletti do Carmo, o que mantém o grupo unido ao longo de quase três décadas é um sentimento simples, mas poderoso: o amor ao próximo.
Prefeitura reconhece e se coloca à disposição
Durante as visitas aos dois grupos, o prefeito Hugo Luiz conheceu as histórias, os projetos e os desafios enfrentados pelas voluntárias. Ele também acompanhou de perto a produção artesanal e reforçou o reconhecimento da administração municipal ao trabalho desenvolvido.
“São pessoas que dedicam seu tempo, seu talento e muitas vezes seus próprios recursos para ajudar outras pessoas. É um trabalho que merece ser valorizado e incentivado. A Prefeitura está à disposição para dialogar, apoiar e buscar formas de fortalecer essas iniciativas”, destacou o prefeito.
As duas iniciativas também mantêm as portas abertas para quem deseja contribuir. Novos voluntários podem procurar os grupos e conhecer as atividades desenvolvidas.
Por Dirceu Cetto | Foto: Arquivo PMAC